segunda-feira, 17 de março de 2008

um dia escrevo qq coisa

Não surge um título talvez, o título possa ser muito redutor, ou por outro lado demasiado expansivo.
Arranjar uns adjéctivos, que possam qualificar esta ou aquela revolta, desanimo, ou tremenda desilusão.
Situações que corroem, que nos deixam entrar no mundo dos carboxilicos, e desfragmentar em fanicos, o que parecia tão lindo,e que se almejou tanto tempo...
Mas o inevitável acontece, a ingenuidade permanece, e a verdade emerge.
As borboletas voam as onze à volta da luz, encadeadas, fascinadas pelo brilho, pelo calor, pelo deslumbre, pagam alto preço, por tamanha façanha, jazem no chão mortas, desprovidas do entusiasmo, e essencialmente de vida...
O burburinho deu lugar ao silêncio que emana daquele tapete irregular...
Apagou-se o filamento, o Homem da casa, depois do seu concílio ao Deus menor, faz a deita, e sossega o burburinho que envolta do filamento ainda permanece vivo, e encadeado, até que se apaga...
Daki a uns tempos nasce o sol, que vai aquecer, e iluminar aquele tapete, que irá ser varrido, e colocado na estrumeira do quintal.
O filamento permanece em descanço até ao anoitecer, onde irá iludir, e fazer sucumbir e nascer mais um tapete.
Quantas borboletas, já foram tapete? Quantas iram ao anoitecer desfalecer no auge da luz?
Continuo a chamuscar-me já resta pouco das asas, n sou tapete, mas fui chamuscada.
Vivo com a amplitude que me resta, do ângulo que restou, que ficou no limbo... que me permite voar, sem ser tapete nem ser a crisalda e voar até ao filamento que ainda me fascina, mas que me feriu.
Até que me canso, e me me deixo levar no abismo da lei gravitacional, sem impulso das asas, e me deixo levar, no rodopio descendente, vendo meio baço e difuso o filamento.
Amanheceu, resta-me a vassoura que me embala moribunda, o que dei , o que senti, o que acreditei, esfuma-se, afinal axo k nunca fui crisalda, mas acreditei ter sido, fui amiga, preocupada,
confiei, mas mas o que me restou foi a vassourada!

domingo, 16 de março de 2008

Não sou a única a olhar o céu

Por mais que surja uma nuvem , que tolde o céu azul, e escureça e esconda o raio de sol que me ilumina e me aquece, será sempre pasageiro.

O momento bréu que nos arrefece logo, desaparece...

E o brilho intenso adurmecido surge, ávido de conquistar o que lhe foi roubado, tenta alastrar toda a penitude atingida, mas houve uns graus que a rotação da terra, não permite, mas ... outros novos conquistou!

Ficou o instante frio, naqueles graus, que os segundos ficaram senhores!

Há que conquistar os outros que se ganhou, e invadir os ângulos ainda tantos... por atracar!

Vou deixar que o sol conquiste, brinque, rodopie, aqueça e reconforte !

As energias voltam fortes destemidas, e com vontade de quebrar a letargia, e a hibernação de um inverno sombrio.

As nuvens desaparecem, eu sei disso!

Evoluindo....

O sol começa a raiar, e recorta nitidamente o traço da montanha que se ergue bem à nossa frente.
Podemos imaginar, desejar, refugiar, ficarmos estáticos presos num frame sem som, mas com um imenso universo...
Podemos voar, transcender, reinventar a nossa esfera, podemos estar nas cataratas do Niágara, ou nas ruínas Incas do estado de Oaxaca, ou sobreviver na miragem ténue de um oásis no deserto Saarah, e de repente perdermo-nos numa gôndola em Veneza, atrás de uma máscara assexuada, que nos deixa incógnito, e nos permite chegar mais além...
Fiz um losangulo meio esquivo, mas nem a Terra é redonda, será que há algo perfeito?
Nada é mais complexo, k os estados dos nossos "eu", por mais que façamos por tentar racionalizar, é algo k nos foge, de uma forma esquiva, languida esvai-se, e fica a nossa frente a pairar... e a sorrir...
Naaaaaaaaaaa.. não tentes delimitar este teu lado mais teu sem regras, livre na verdadeira ascensão, que toca no absurdo, te permite vagueares sem licenças, viveres nesse frame sem som, o momento esboçado no teu pensamento.
Ele permite ires onde não vais, ultrapassares os limites inatingiveis, alimentar o k acreditas, viveres o passado e reinventares o futuro que tens...
Também erramos por esse nosso eu, mas temos que tirar a dúvida, que fica... que mina... que te que te aparece disforme, e te faz andar em circulos, e olhar no rodopio a espiral que te consome, e te embala num sentido ora ascendente ou descendente...
Tudo à volta é distorcido por esse rodopio em torno do eixo invisivel que te centrifuga, e te tenta separar do k n interessa, ou és TU que te keres separar?
Mas, não há adenina nem timina, guanina ou citosina que te possam depois restruturar numa recombinação e permitir que alguma mutação te regenere...
Cais desprovida de algo amortecedor, e vais concluir que....
Tás igual, as tuas deduções estavam correctas, o teu instinto, o acumular da tua percepção cada vez mais prespicaz ...
Estavas certa, mas acreditaste ehehehehe, mas assim podes dizer que és audaz, porque ainda acreditas quando tudo é preto, é porque alguém deixou um pano na câmara, e sentes o movimento há som há presença, nem que seja a tua, fizeste o filme, a dedução estava correcta, a dúvida esmorece, a certeza acontece, olhamos para o nosso eu que paira à nossa frente e sorri, e assentimos a cabeça, com o consentimento de que o processo está concluído, o sorriso diz que sim, é a outra base que faltava.
Erguemo-nos fitamo-nos, recombinamo-nos sem a mutação, cada vez mais nós, deixamos o pó para traz, o trilho vai-se apagando, não deixando vislumbrar o inicio da jornada.
Mas axo k ficou lá atrás nakele cume envolvido pelas sombras, onde raiou o sol, já é tarde, a sombra acompanha-me a cada gesto meu, a espiral levou-me para longe, mas eu chego onde quero, e a sorrir!

Mirror

Imagem meio nitida ou embaçada num espelho kiçá velhote, não é tão limitativo, qto ao contorno da imagem k projecta.

Há o que ele não espelha mas existe, quando te kestionas, e ao teu eu critico te revelas.Nesse processo akele espelho, passou de simples objecto de adorno, ao teu confessionário.

A tua face, o teu olhar, o teu gesto, ao analisares eleva-te e revela-te.

Resta duas opções ou o espelho reflecte um gota com cloreto de sódio, ou um sorriso.

Acredito

Que vou ter as rédeas, saltar, berrarrrrrrrrrrrrrrrrr, e ir mais além.

Cada alvorada é uma promesa e ao entardecer se desvirtua no anseio adiado, que vai renascer, no amanhã que irá despontar...

Ansiosa mas acredito, que irei desmoronar destruir, recriar, renascer, mais livre, mais segura, mais eu!

sexta-feira, 7 de março de 2008

why!?

A questão impera, porquê?
A resposta existe balbuciada por entre espaços temporais, horas longíquas, que toca todos os aspectos. Porquê foste o sol? Que me incadeaste, e só me fez ver a ti, e esquecer-me de mim?
Alguem diria que é frutos da Primaveras que envergo, que me tornou mais insatisfeita, mais divergente. Divergente de ti? Convergindo para mim?
Será que jogo estaria assim determinado à nascença. Será que a pupila só dilata ao fim de tanto tempo, e ao colher o feixe de luz, me fez erguer as mãos e ter mais discernimento, e separar o que realmente, me doi, me magoa, e mto mais me fere?
Confiei demais... vivi demais... elegi demais... assinei demais... fui louca demais...
Nesse turbilhão vivi, mas dele emergi, ja não confio... já não vivo.... já não elejo... já não assino... continuo louka, mas por mim!!!
O vidro kebrou, teve resina que aqueceu, e tentou fundir duas matérias, que são estranhas, o efeito é efemero, e volatiliza com o catalizador do tempo!
Esse tempo já vinha na garantia, meio desconhecida talvez... ou não...
Axo que ficou latente, que a conhecia, presa no inconsciente, k talvez a tenha recalcado, para não emergir.
Mas já não há garantia a resina cedeu o rasgo existe, e alastra, alastra, difunde-se, já não vejo reflexo nele.
Mas tu não vês, nem queres ver, saltas corres pulas, saltas.... PÁRA! STOP!

No âmbito desse salto fica por momentos estático e observa, vê o que te rodeia, cerra as pálpebras, e assiste ao sonho que querias, ao que idealizaste, aos objectivos traçados, e que não encontras a cada dia que passa, a ângustia que te assola...
Vê os actos que praticas sem nexo, nem vês inocentes no meio.
Is over... Why?
Evolução talvez, crescermos também.
Pensei que estaria a ser parcial por este ou akele motivo, em que as variáveis são por si condicionantes, e que a racionalidade viria imperar nesta mescla de sentidos.
Mas não, é sim adiar, não vai ser essa variavel que irá mudar , mas sim será o meio de...
Espectante estou, os dias correm e eu persisto a lutar.
E jamais me esquecerei de mim e de mais alguém, e seremos forever us!

segunda-feira, 3 de março de 2008

INRIVEL

Incrivel, sim!!! Quando estás àlerta, à procura de um indício, de algo que te faça ver que me mexo, que me sinto, poes online com um mensseger ligado feito propositado para esse fim, em appears offline, para sentires isso mesmo. Eu vi por milésimos a entrada, que deve estar num cantinho do ecran, a vigorar desde as 8:57 da manhã.
Ficas na especativa de uma palavra de um som longínquo de 150 kms de distância, tentas ver tudo k possa te dar um sentido do k penso, do k medito, do k idealizo, para saberes o caminho para que vou, para k venhas ao meu encontro na encruzilhada, com a tua calma, sabedoria me tentes a ver moinhos de vento, ke existe nesse lugar tão perto do céu.
Não poderei duvidar, k te toquei que algo ficou em ti, a atitude o gesto o facto é esse mesmo, mas te garanto que o mesmo acontece, a dúvida desaparece, e a certeza acontece!
Para ti k sei k estás aí, um bjo! :)