quarta-feira, 30 de julho de 2008

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Obrigada!


Tudo de supérfulo, ou não,... cabe nuns quantos paralelipípedos, e faz-nos viajar por 6 anos de existência.
Aparece coisas inimagináveis, o berloque, que tinha desaparecido, as cartas que escrevemos, os livros lidos, outros que espero devorar as musicas em .......
CD????? TXiiiiiiiiiiiiiiiiii Tracy Chapman , Oceano Pacifico, Madredeus, Mafalda veiga, e umas quantas k7 perdidas em anos de wakman, e uma bandolete de som!!!!
Agora se resumem a uns 40 gb de musica, diversa, que me faz divagar por diversos estados de espirito.
Junto às músicas vão os outros gigas de retalhos memoriais, para que possa ver com um sorriso sempre, o que ficou preso, num click fotográfico.
Compactado no disco externo, vai tudo, a descoberta, a adaptação, o conhecimento, e a evolução, que fizeram parte destes 6 anos ricos e me fazem sorrir.
Encontra-se de tudo na hora de empacotar tudo, aquele, laço pequenino bem guardado, um papel de rebuçado especial, que levarei e depositarei com igual carinho noutro espaço.
Reparo, num caderno, em que me tinha predisposto a lançar nas linhas paralelas, o que iria sentir, um projecto adiado, pois nunca me apercebi, que os dias me levavam para longe desse momento de falar com a Dear Kitty, tão amiga e confidente de muita gente, e por vezes único alento.
Também tive a minha Kitty, em tempos em que era mesmo uma confidencialidade fantasiada, até, que a violação de um cadeado deu por terminado tamanha ficção...
Olhando para este amontoado de tarifas, não sai a gota de cloreto de sódio, mas sim um sorriso, não vejo as cinzas que uma bafurada de vento tenha desmoronado 6 anos.
Eles vivem, não jazem prostrados num bater de peito contínuo de acto de contrição, ou da penitência pelo pecado cometido.
Pecado? Jamais, talvez por consciência, do que se cresceu amadureceu, do que efectivamente nasceu, e me completa.
Faria tudo novamente, a luta a incompreensão, mas é incrivel, como machuca esta atitude não dorida, mas sorridente, do que se viveu, e não a derrota e o arrepedimento, que alguns esperavam. Talvez por ter sido pensada durante meses? Por a maturidade ter sempre imperado? Ou por a iniciativa reveste-nos da couraça empedernida, de um tricerotopo?
Ou porque o cloreto de sódio está a fazer a sua concentração máxima, para que mais tarde me fira em sulcos vertiginosos as faces?
Acho que me posso me autodenominar sortuda, não passo pelo calvário, de desentendimentos, palavras duras , mágoas, gestos cobardes, psicologia brega, que deixa o turbilhão assente num rodopio forte de um furacão.
Não tens nomes associados, tens o teu nome próprio, com o cognome de Pai, e outro que quero manter, Amigo.
Demonstraste compreensão, mesmo sem a teres, perdes-te o chão, mas eu insistia que eu pulava com impulsão tão forte, que faria dor de cabeça a Arquimedes.
Vi a racionalidade, que na tua não se enquadrava, falei em realidade, para ti sem sustentação, vi a evolução mas a tua razão...
Mas estiveste sempre a altura, e acho que também cresces, pode ser que um dia seja convergente, torço por ti!


Obrigada Paulo!









sexta-feira, 18 de julho de 2008

Contextualiza-te e evolui!


O moralismo tem diversas formas, mas quando se coadune com a hipócrisia, essa pedra angular dos milénios cai por terra!
Os detalhes, o pormenor, manifestam-se espontaneamente, e quando te vês, caíste na teia, olhas em redor, e vês-te igual a tantos outros, numa perfusão de corpos, que nesse universo indefenido, como numa amiba difusa de que fazes parte.
As criticas, tinham associado a curiosidade a interrogação, que não ousavas emitir, refugiavas-te na censura, fácil para quem se acha imponente, mas impotente a crescer, a conhecer e a evoluir.
Aquela escória que tantas vezes, nascia no teu lindo dialecto, acimentado com as literaturas modernas com os argumentos, do brasão, da instituição, do teu EU.
Esse teu EU que querias que enchesse uma sala, invadisse os tímpanos, fazendo brotar em nós o paradigma indubitável por ti criado.
Olha para ti! Que te restou? A plateia fomentou em si o livre arbitrio a dúvida cresceu, a tua certeza ruíu, ficas-te com as rugas de expressão, do teu afamado discurso, perdeste o sorriso, o brilho nos olhos, a vivacidade...
Tornaste-te cinzento, enfadonho, não reages és amorfo, sem motivação espectante, mas sem ambição.
Até que quebraste as regras, saltas-te para um portal em que a tua dimensão intelectual nunca te permitiu esse voo.
Mas um dia num impulso, encerraste em ti todas as forças numa concentração brutal, em que os neutrões e os protões conciliavam a teu favor, e entras-te...
Conheces-te o mundo com que vociferavas com a ferocidade maligna, sem conheceres....
Quando lá chegas-te alguém te estendeu a mão, e te deu uma flor, sentiste o calor e o odor, tentas-te assimilar cada particula daquele odor, longe dos calhamaços, e do cheiro do mofo que habitava o teu atelier.
Sentis-te a grama fresca a repousar no teu pé, a natureza te fere, os sorrisos a leveza que te envolve.
Tentas encontrar-te em ti ali, e não te encontras, algo mudou, a brisa que te envolve o odor daquela flor enebria-te, e eleva-te e deixas que todo aquele mundo te consuma.
O teu EU desespera, doi-te a força dos paradigmas, dos teus modelos explicativos, tentam forçar o teu aquiles pedante a retroceder.
O teu olhar, o teu corpo toma consciencia desperta, despes-te ficando nú e assumes não a tua derrota, mas sim a tua VITÓRIA.
Superaste-te, o que só alcança os audazes, humildemente assumes o teu novo eu, com o teu sorriso luminoso, e envergas a capa do exemplo , agora sim te tornas aclamado vivamente.
A tua presença enche, .... de orgulho todos nós!

Evolui!

sábado, 12 de julho de 2008


Tantas coisas, se pode ter como incertas, o trivial de um café pode ser bem ou mal tirado, ou o rumo de uma vida rotineira, com ritmos e tempos contados num compasso binário ate´a ampulheta se quebrar....
A ampulheta quebrou, e deixou meses a areia a esvair-se sem o fio condutor, o vidro quebrou e a areia procurou a gravidade por locais exíguos que só mesmo uma graínha de pouco diâmetro se podia alojar.
Ampulheta tinha o finito tempo da eternidade, sim não é um paradoxo é finito, porqe só existe essa dimensão humana, a outra dimensão, é dos arquétipos que só conhece a nossa remanescente alma.
Mas o importante, é que a nossa vida formada por ampulhetas, de maior ou mais pequena dimensão, não determinam à partida o dia o local, onde pufff a ampulheta estoira, e isso sim, dá-nos o gozo, de viver sempre intensamente sem pensar que a ampulheta determinou a contagem decrescente!!!!
Viver esse tempo, aproveitar o sabor doce salgado ou avinagrado, picante, ... ou o terrivel amargo, ou mesmo porque não? Aquela sentido refrescante mas sem sabor!?
Associandos os aromas e cores de cada ampulheta, se vai vivendo, assimilando todo o decorrer do esvair da areia, que desejamos ser um imenso deserto, ou noutras alturas, que seja um minúsculo montículo.
Tivemos a nossa ampulheta, durou algum tempo, mas quebrei o continuo fio de areia, não sei se era deserto... ou um montículo, que a ampulheta abarcava, mas .... tinha de ser.
A anunciação não testamental, ja tinha sido apresentada a meses, o factor chegou, agarrei-o, e atingi o que almejei.
Lá vem outra ampulheta, não em trio, mas em dupla, que será perene, até que a minha ampulheta se quebre aquela que permite que eu te olhe te cheire, te toque, te beije, e que em 1977 começou a ter sentido e vida....
A minha Ampulheta! :P

Forever us!

Eu vou e tu vais comigo, os nossos sonhos serão partilhados, mas por enquanto o teu livre arbitrio, não se manifesta, e os concílios que irão determinar o futuro, partirão de mim.
Só te posso garantir que visarão o nosso bem comum...

TU!

O teu sorriso me iluminará o dia
O teu choro me fará entristecer
Cada afago teu me irá foratalecer!
O teu palrar, me fará transbordar de alegria!


Dedicado ao Rodrigo! ;)