óh yesssss!!!!!
Há fragmentos que se perdem, como um bionicle, que se constroi, e a que a peça acaba por cair.
Mas um dia o local de origem deixará de ficar vazio.
Encontrei uma peça que se ajusta, até melhor que a anterior, menos logistica, o que torna mais eficiente.
Tinha de ser o dia 2 eheheheheh depois de um dia mais infantil possivel eeheheheheh
A todos que tiveram comigo na caminhada, mto Obrigada.
:P
sexta-feira, 23 de maio de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Companheiro fiel!
Faço a caminhada diária no lusco fusco, ou a tempo do término do dia, e o inicio de outro, com o meu fiel e trauquinas companheiro.
A calma, reina numa cidade que adormece, já não há confusoes com outros companheiros fieis, e a tudo está por nossa conta.
Os disparates, as correrias, a tentativa sempre sem sucesso de apanhar os patos descuidados ehehehehe, as risotas, os saltos, as energias acumulados dissipam-se, a cada passo, e a satisfação é dada a cada salto na fugaz tentativa, de me alcançar loloolol.
A tua predilecção por saltos sincronizados no meio dos juncos, que te refrescam e me me fazem pensar nos sofássssssssssssss!!!!!!
A cúmplicidade daquela hora faz-me bem, o vento mesmo frio, a cacimba, que teima em cair, o silêncio,o coachar das râs, que por vezes ajudas a calar, faz parte do meu dia.
Dedicado ao Paco!!!!
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Agora já é tarde! (Donna Maria)
_ O mundo só mudou de cor !
Nem tudo é aquele tom pastel, de um quadro bucólico, que num rasgo de candura te enternece.
Alguem mudou a paleta de tons entre os quais o fogo, os vermelhos intensos contrastando com o amarelo que se entrusa e se envolve.
O quadro deixa-se devorar lentamente, inflamando enaltecendo o momento, com a vivacidade de uma labareda...
Agora já é tarde
Não tem depois nem antes
Nem planos nem bagagens
O mundo só mudou de cor
Durante a tempestade
Relâmpagos distantes
Revelam a passagem
Da escuridão para o esplendor
O tempo é tão covarde
E ao mesmo tempo criador
Se o fogo ainda arde
Nos corações gigantes
Faz parte da paisagem
A labareda do amor
Nem tudo é aquele tom pastel, de um quadro bucólico, que num rasgo de candura te enternece.
Alguem mudou a paleta de tons entre os quais o fogo, os vermelhos intensos contrastando com o amarelo que se entrusa e se envolve.
O quadro deixa-se devorar lentamente, inflamando enaltecendo o momento, com a vivacidade de uma labareda...
Agora já é tarde
Não tem depois nem antes
Nem planos nem bagagens
O mundo só mudou de cor
Durante a tempestade
Relâmpagos distantes
Revelam a passagem
Da escuridão para o esplendor
O tempo é tão covarde
E ao mesmo tempo criador
Se o fogo ainda arde
Nos corações gigantes
Faz parte da paisagem
A labareda do amor
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