domingo, 14 de setembro de 2008

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Melodia matinal!


O meu acordar agora é involto nos sons da natureza, um melro, poisa e faz o seu despertar, que ecoa nos meus ouvidos, e faz sorrir.
Acordo mais cedo do que o previsto, mas bem disposta, e deixo-me levar até à porta do terraço que me atrai, e começo a sentir o dia.
E opto pela melhor indrumentária, de acordo com os meus arrepios, ou não!
Sinto-me serena, tranquila, falta pouco para as férias, onde vou explorar, e por as coisas realmente como quero.
Vou voltar ao origamiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ehehehehhe !
Em suma, vou ter tempo para mimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!

Boas férias!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Obrigada!


Tudo de supérfulo, ou não,... cabe nuns quantos paralelipípedos, e faz-nos viajar por 6 anos de existência.
Aparece coisas inimagináveis, o berloque, que tinha desaparecido, as cartas que escrevemos, os livros lidos, outros que espero devorar as musicas em .......
CD????? TXiiiiiiiiiiiiiiiiii Tracy Chapman , Oceano Pacifico, Madredeus, Mafalda veiga, e umas quantas k7 perdidas em anos de wakman, e uma bandolete de som!!!!
Agora se resumem a uns 40 gb de musica, diversa, que me faz divagar por diversos estados de espirito.
Junto às músicas vão os outros gigas de retalhos memoriais, para que possa ver com um sorriso sempre, o que ficou preso, num click fotográfico.
Compactado no disco externo, vai tudo, a descoberta, a adaptação, o conhecimento, e a evolução, que fizeram parte destes 6 anos ricos e me fazem sorrir.
Encontra-se de tudo na hora de empacotar tudo, aquele, laço pequenino bem guardado, um papel de rebuçado especial, que levarei e depositarei com igual carinho noutro espaço.
Reparo, num caderno, em que me tinha predisposto a lançar nas linhas paralelas, o que iria sentir, um projecto adiado, pois nunca me apercebi, que os dias me levavam para longe desse momento de falar com a Dear Kitty, tão amiga e confidente de muita gente, e por vezes único alento.
Também tive a minha Kitty, em tempos em que era mesmo uma confidencialidade fantasiada, até, que a violação de um cadeado deu por terminado tamanha ficção...
Olhando para este amontoado de tarifas, não sai a gota de cloreto de sódio, mas sim um sorriso, não vejo as cinzas que uma bafurada de vento tenha desmoronado 6 anos.
Eles vivem, não jazem prostrados num bater de peito contínuo de acto de contrição, ou da penitência pelo pecado cometido.
Pecado? Jamais, talvez por consciência, do que se cresceu amadureceu, do que efectivamente nasceu, e me completa.
Faria tudo novamente, a luta a incompreensão, mas é incrivel, como machuca esta atitude não dorida, mas sorridente, do que se viveu, e não a derrota e o arrepedimento, que alguns esperavam. Talvez por ter sido pensada durante meses? Por a maturidade ter sempre imperado? Ou por a iniciativa reveste-nos da couraça empedernida, de um tricerotopo?
Ou porque o cloreto de sódio está a fazer a sua concentração máxima, para que mais tarde me fira em sulcos vertiginosos as faces?
Acho que me posso me autodenominar sortuda, não passo pelo calvário, de desentendimentos, palavras duras , mágoas, gestos cobardes, psicologia brega, que deixa o turbilhão assente num rodopio forte de um furacão.
Não tens nomes associados, tens o teu nome próprio, com o cognome de Pai, e outro que quero manter, Amigo.
Demonstraste compreensão, mesmo sem a teres, perdes-te o chão, mas eu insistia que eu pulava com impulsão tão forte, que faria dor de cabeça a Arquimedes.
Vi a racionalidade, que na tua não se enquadrava, falei em realidade, para ti sem sustentação, vi a evolução mas a tua razão...
Mas estiveste sempre a altura, e acho que também cresces, pode ser que um dia seja convergente, torço por ti!


Obrigada Paulo!









sexta-feira, 18 de julho de 2008

Contextualiza-te e evolui!


O moralismo tem diversas formas, mas quando se coadune com a hipócrisia, essa pedra angular dos milénios cai por terra!
Os detalhes, o pormenor, manifestam-se espontaneamente, e quando te vês, caíste na teia, olhas em redor, e vês-te igual a tantos outros, numa perfusão de corpos, que nesse universo indefenido, como numa amiba difusa de que fazes parte.
As criticas, tinham associado a curiosidade a interrogação, que não ousavas emitir, refugiavas-te na censura, fácil para quem se acha imponente, mas impotente a crescer, a conhecer e a evoluir.
Aquela escória que tantas vezes, nascia no teu lindo dialecto, acimentado com as literaturas modernas com os argumentos, do brasão, da instituição, do teu EU.
Esse teu EU que querias que enchesse uma sala, invadisse os tímpanos, fazendo brotar em nós o paradigma indubitável por ti criado.
Olha para ti! Que te restou? A plateia fomentou em si o livre arbitrio a dúvida cresceu, a tua certeza ruíu, ficas-te com as rugas de expressão, do teu afamado discurso, perdeste o sorriso, o brilho nos olhos, a vivacidade...
Tornaste-te cinzento, enfadonho, não reages és amorfo, sem motivação espectante, mas sem ambição.
Até que quebraste as regras, saltas-te para um portal em que a tua dimensão intelectual nunca te permitiu esse voo.
Mas um dia num impulso, encerraste em ti todas as forças numa concentração brutal, em que os neutrões e os protões conciliavam a teu favor, e entras-te...
Conheces-te o mundo com que vociferavas com a ferocidade maligna, sem conheceres....
Quando lá chegas-te alguém te estendeu a mão, e te deu uma flor, sentiste o calor e o odor, tentas-te assimilar cada particula daquele odor, longe dos calhamaços, e do cheiro do mofo que habitava o teu atelier.
Sentis-te a grama fresca a repousar no teu pé, a natureza te fere, os sorrisos a leveza que te envolve.
Tentas encontrar-te em ti ali, e não te encontras, algo mudou, a brisa que te envolve o odor daquela flor enebria-te, e eleva-te e deixas que todo aquele mundo te consuma.
O teu EU desespera, doi-te a força dos paradigmas, dos teus modelos explicativos, tentam forçar o teu aquiles pedante a retroceder.
O teu olhar, o teu corpo toma consciencia desperta, despes-te ficando nú e assumes não a tua derrota, mas sim a tua VITÓRIA.
Superaste-te, o que só alcança os audazes, humildemente assumes o teu novo eu, com o teu sorriso luminoso, e envergas a capa do exemplo , agora sim te tornas aclamado vivamente.
A tua presença enche, .... de orgulho todos nós!

Evolui!

sábado, 12 de julho de 2008


Tantas coisas, se pode ter como incertas, o trivial de um café pode ser bem ou mal tirado, ou o rumo de uma vida rotineira, com ritmos e tempos contados num compasso binário ate´a ampulheta se quebrar....
A ampulheta quebrou, e deixou meses a areia a esvair-se sem o fio condutor, o vidro quebrou e a areia procurou a gravidade por locais exíguos que só mesmo uma graínha de pouco diâmetro se podia alojar.
Ampulheta tinha o finito tempo da eternidade, sim não é um paradoxo é finito, porqe só existe essa dimensão humana, a outra dimensão, é dos arquétipos que só conhece a nossa remanescente alma.
Mas o importante, é que a nossa vida formada por ampulhetas, de maior ou mais pequena dimensão, não determinam à partida o dia o local, onde pufff a ampulheta estoira, e isso sim, dá-nos o gozo, de viver sempre intensamente sem pensar que a ampulheta determinou a contagem decrescente!!!!
Viver esse tempo, aproveitar o sabor doce salgado ou avinagrado, picante, ... ou o terrivel amargo, ou mesmo porque não? Aquela sentido refrescante mas sem sabor!?
Associandos os aromas e cores de cada ampulheta, se vai vivendo, assimilando todo o decorrer do esvair da areia, que desejamos ser um imenso deserto, ou noutras alturas, que seja um minúsculo montículo.
Tivemos a nossa ampulheta, durou algum tempo, mas quebrei o continuo fio de areia, não sei se era deserto... ou um montículo, que a ampulheta abarcava, mas .... tinha de ser.
A anunciação não testamental, ja tinha sido apresentada a meses, o factor chegou, agarrei-o, e atingi o que almejei.
Lá vem outra ampulheta, não em trio, mas em dupla, que será perene, até que a minha ampulheta se quebre aquela que permite que eu te olhe te cheire, te toque, te beije, e que em 1977 começou a ter sentido e vida....
A minha Ampulheta! :P

Forever us!

Eu vou e tu vais comigo, os nossos sonhos serão partilhados, mas por enquanto o teu livre arbitrio, não se manifesta, e os concílios que irão determinar o futuro, partirão de mim.
Só te posso garantir que visarão o nosso bem comum...

TU!

O teu sorriso me iluminará o dia
O teu choro me fará entristecer
Cada afago teu me irá foratalecer!
O teu palrar, me fará transbordar de alegria!


Dedicado ao Rodrigo! ;)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Plena

óh yesssss!!!!!
Há fragmentos que se perdem, como um bionicle, que se constroi, e a que a peça acaba por cair.
Mas um dia o local de origem deixará de ficar vazio.
Encontrei uma peça que se ajusta, até melhor que a anterior, menos logistica, o que torna mais eficiente.
Tinha de ser o dia 2 eheheheheh depois de um dia mais infantil possivel eeheheheheh
A todos que tiveram comigo na caminhada, mto Obrigada.

:P

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Companheiro fiel!


Faço a caminhada diária no lusco fusco, ou a tempo do término do dia, e o inicio de outro, com o meu fiel e trauquinas companheiro.
A calma, reina numa cidade que adormece, já não há confusoes com outros companheiros fieis, e a tudo está por nossa conta.
Os disparates, as correrias, a tentativa sempre sem sucesso de apanhar os patos descuidados ehehehehe, as risotas, os saltos, as energias acumulados dissipam-se, a cada passo, e a satisfação é dada a cada salto na fugaz tentativa, de me alcançar loloolol.
A tua predilecção por saltos sincronizados no meio dos juncos, que te refrescam e me me fazem pensar nos sofássssssssssssss!!!!!!
A cúmplicidade daquela hora faz-me bem, o vento mesmo frio, a cacimba, que teima em cair, o silêncio,o coachar das râs, que por vezes ajudas a calar, faz parte do meu dia.

Dedicado ao Paco!!!!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Agora já é tarde! (Donna Maria)

_ O mundo só mudou de cor !

Nem tudo é aquele tom pastel, de um quadro bucólico, que num rasgo de candura te enternece.
Alguem mudou a paleta de tons entre os quais o fogo, os vermelhos intensos contrastando com o amarelo que se entrusa e se envolve.
O quadro deixa-se devorar lentamente, inflamando enaltecendo o momento, com a vivacidade de uma labareda...




Agora já é tarde
Não tem depois nem antes
Nem planos nem bagagens
O mundo só mudou de cor

Durante a tempestade
Relâmpagos distantes
Revelam a passagem
Da escuridão para o esplendor

O tempo é tão covarde
E ao mesmo tempo criador

Se o fogo ainda arde
Nos corações gigantes
Faz parte da paisagem
A labareda do amor

segunda-feira, 17 de março de 2008

um dia escrevo qq coisa

Não surge um título talvez, o título possa ser muito redutor, ou por outro lado demasiado expansivo.
Arranjar uns adjéctivos, que possam qualificar esta ou aquela revolta, desanimo, ou tremenda desilusão.
Situações que corroem, que nos deixam entrar no mundo dos carboxilicos, e desfragmentar em fanicos, o que parecia tão lindo,e que se almejou tanto tempo...
Mas o inevitável acontece, a ingenuidade permanece, e a verdade emerge.
As borboletas voam as onze à volta da luz, encadeadas, fascinadas pelo brilho, pelo calor, pelo deslumbre, pagam alto preço, por tamanha façanha, jazem no chão mortas, desprovidas do entusiasmo, e essencialmente de vida...
O burburinho deu lugar ao silêncio que emana daquele tapete irregular...
Apagou-se o filamento, o Homem da casa, depois do seu concílio ao Deus menor, faz a deita, e sossega o burburinho que envolta do filamento ainda permanece vivo, e encadeado, até que se apaga...
Daki a uns tempos nasce o sol, que vai aquecer, e iluminar aquele tapete, que irá ser varrido, e colocado na estrumeira do quintal.
O filamento permanece em descanço até ao anoitecer, onde irá iludir, e fazer sucumbir e nascer mais um tapete.
Quantas borboletas, já foram tapete? Quantas iram ao anoitecer desfalecer no auge da luz?
Continuo a chamuscar-me já resta pouco das asas, n sou tapete, mas fui chamuscada.
Vivo com a amplitude que me resta, do ângulo que restou, que ficou no limbo... que me permite voar, sem ser tapete nem ser a crisalda e voar até ao filamento que ainda me fascina, mas que me feriu.
Até que me canso, e me me deixo levar no abismo da lei gravitacional, sem impulso das asas, e me deixo levar, no rodopio descendente, vendo meio baço e difuso o filamento.
Amanheceu, resta-me a vassoura que me embala moribunda, o que dei , o que senti, o que acreditei, esfuma-se, afinal axo k nunca fui crisalda, mas acreditei ter sido, fui amiga, preocupada,
confiei, mas mas o que me restou foi a vassourada!

domingo, 16 de março de 2008

Não sou a única a olhar o céu

Por mais que surja uma nuvem , que tolde o céu azul, e escureça e esconda o raio de sol que me ilumina e me aquece, será sempre pasageiro.

O momento bréu que nos arrefece logo, desaparece...

E o brilho intenso adurmecido surge, ávido de conquistar o que lhe foi roubado, tenta alastrar toda a penitude atingida, mas houve uns graus que a rotação da terra, não permite, mas ... outros novos conquistou!

Ficou o instante frio, naqueles graus, que os segundos ficaram senhores!

Há que conquistar os outros que se ganhou, e invadir os ângulos ainda tantos... por atracar!

Vou deixar que o sol conquiste, brinque, rodopie, aqueça e reconforte !

As energias voltam fortes destemidas, e com vontade de quebrar a letargia, e a hibernação de um inverno sombrio.

As nuvens desaparecem, eu sei disso!

Evoluindo....

O sol começa a raiar, e recorta nitidamente o traço da montanha que se ergue bem à nossa frente.
Podemos imaginar, desejar, refugiar, ficarmos estáticos presos num frame sem som, mas com um imenso universo...
Podemos voar, transcender, reinventar a nossa esfera, podemos estar nas cataratas do Niágara, ou nas ruínas Incas do estado de Oaxaca, ou sobreviver na miragem ténue de um oásis no deserto Saarah, e de repente perdermo-nos numa gôndola em Veneza, atrás de uma máscara assexuada, que nos deixa incógnito, e nos permite chegar mais além...
Fiz um losangulo meio esquivo, mas nem a Terra é redonda, será que há algo perfeito?
Nada é mais complexo, k os estados dos nossos "eu", por mais que façamos por tentar racionalizar, é algo k nos foge, de uma forma esquiva, languida esvai-se, e fica a nossa frente a pairar... e a sorrir...
Naaaaaaaaaaa.. não tentes delimitar este teu lado mais teu sem regras, livre na verdadeira ascensão, que toca no absurdo, te permite vagueares sem licenças, viveres nesse frame sem som, o momento esboçado no teu pensamento.
Ele permite ires onde não vais, ultrapassares os limites inatingiveis, alimentar o k acreditas, viveres o passado e reinventares o futuro que tens...
Também erramos por esse nosso eu, mas temos que tirar a dúvida, que fica... que mina... que te que te aparece disforme, e te faz andar em circulos, e olhar no rodopio a espiral que te consome, e te embala num sentido ora ascendente ou descendente...
Tudo à volta é distorcido por esse rodopio em torno do eixo invisivel que te centrifuga, e te tenta separar do k n interessa, ou és TU que te keres separar?
Mas, não há adenina nem timina, guanina ou citosina que te possam depois restruturar numa recombinação e permitir que alguma mutação te regenere...
Cais desprovida de algo amortecedor, e vais concluir que....
Tás igual, as tuas deduções estavam correctas, o teu instinto, o acumular da tua percepção cada vez mais prespicaz ...
Estavas certa, mas acreditaste ehehehehe, mas assim podes dizer que és audaz, porque ainda acreditas quando tudo é preto, é porque alguém deixou um pano na câmara, e sentes o movimento há som há presença, nem que seja a tua, fizeste o filme, a dedução estava correcta, a dúvida esmorece, a certeza acontece, olhamos para o nosso eu que paira à nossa frente e sorri, e assentimos a cabeça, com o consentimento de que o processo está concluído, o sorriso diz que sim, é a outra base que faltava.
Erguemo-nos fitamo-nos, recombinamo-nos sem a mutação, cada vez mais nós, deixamos o pó para traz, o trilho vai-se apagando, não deixando vislumbrar o inicio da jornada.
Mas axo k ficou lá atrás nakele cume envolvido pelas sombras, onde raiou o sol, já é tarde, a sombra acompanha-me a cada gesto meu, a espiral levou-me para longe, mas eu chego onde quero, e a sorrir!

Mirror

Imagem meio nitida ou embaçada num espelho kiçá velhote, não é tão limitativo, qto ao contorno da imagem k projecta.

Há o que ele não espelha mas existe, quando te kestionas, e ao teu eu critico te revelas.Nesse processo akele espelho, passou de simples objecto de adorno, ao teu confessionário.

A tua face, o teu olhar, o teu gesto, ao analisares eleva-te e revela-te.

Resta duas opções ou o espelho reflecte um gota com cloreto de sódio, ou um sorriso.

Acredito

Que vou ter as rédeas, saltar, berrarrrrrrrrrrrrrrrrr, e ir mais além.

Cada alvorada é uma promesa e ao entardecer se desvirtua no anseio adiado, que vai renascer, no amanhã que irá despontar...

Ansiosa mas acredito, que irei desmoronar destruir, recriar, renascer, mais livre, mais segura, mais eu!

sexta-feira, 7 de março de 2008

why!?

A questão impera, porquê?
A resposta existe balbuciada por entre espaços temporais, horas longíquas, que toca todos os aspectos. Porquê foste o sol? Que me incadeaste, e só me fez ver a ti, e esquecer-me de mim?
Alguem diria que é frutos da Primaveras que envergo, que me tornou mais insatisfeita, mais divergente. Divergente de ti? Convergindo para mim?
Será que jogo estaria assim determinado à nascença. Será que a pupila só dilata ao fim de tanto tempo, e ao colher o feixe de luz, me fez erguer as mãos e ter mais discernimento, e separar o que realmente, me doi, me magoa, e mto mais me fere?
Confiei demais... vivi demais... elegi demais... assinei demais... fui louca demais...
Nesse turbilhão vivi, mas dele emergi, ja não confio... já não vivo.... já não elejo... já não assino... continuo louka, mas por mim!!!
O vidro kebrou, teve resina que aqueceu, e tentou fundir duas matérias, que são estranhas, o efeito é efemero, e volatiliza com o catalizador do tempo!
Esse tempo já vinha na garantia, meio desconhecida talvez... ou não...
Axo que ficou latente, que a conhecia, presa no inconsciente, k talvez a tenha recalcado, para não emergir.
Mas já não há garantia a resina cedeu o rasgo existe, e alastra, alastra, difunde-se, já não vejo reflexo nele.
Mas tu não vês, nem queres ver, saltas corres pulas, saltas.... PÁRA! STOP!

No âmbito desse salto fica por momentos estático e observa, vê o que te rodeia, cerra as pálpebras, e assiste ao sonho que querias, ao que idealizaste, aos objectivos traçados, e que não encontras a cada dia que passa, a ângustia que te assola...
Vê os actos que praticas sem nexo, nem vês inocentes no meio.
Is over... Why?
Evolução talvez, crescermos também.
Pensei que estaria a ser parcial por este ou akele motivo, em que as variáveis são por si condicionantes, e que a racionalidade viria imperar nesta mescla de sentidos.
Mas não, é sim adiar, não vai ser essa variavel que irá mudar , mas sim será o meio de...
Espectante estou, os dias correm e eu persisto a lutar.
E jamais me esquecerei de mim e de mais alguém, e seremos forever us!

segunda-feira, 3 de março de 2008

INRIVEL

Incrivel, sim!!! Quando estás àlerta, à procura de um indício, de algo que te faça ver que me mexo, que me sinto, poes online com um mensseger ligado feito propositado para esse fim, em appears offline, para sentires isso mesmo. Eu vi por milésimos a entrada, que deve estar num cantinho do ecran, a vigorar desde as 8:57 da manhã.
Ficas na especativa de uma palavra de um som longínquo de 150 kms de distância, tentas ver tudo k possa te dar um sentido do k penso, do k medito, do k idealizo, para saberes o caminho para que vou, para k venhas ao meu encontro na encruzilhada, com a tua calma, sabedoria me tentes a ver moinhos de vento, ke existe nesse lugar tão perto do céu.
Não poderei duvidar, k te toquei que algo ficou em ti, a atitude o gesto o facto é esse mesmo, mas te garanto que o mesmo acontece, a dúvida desaparece, e a certeza acontece!
Para ti k sei k estás aí, um bjo! :)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Horizontes e limites do EU ONÍRICO

O sol começa a raiar, e recorta nitidamente o traço da montanha que se ergue bem à nossa frente.
Podemos imaginar, desejar, refugiar, ficarmos estáticos presos num frame sem som, mas com um imenso universo...
Podemos voar, transcender, reinventar a nossa esfera, podemos estar nas cataratas do Niágara, ou nas ruínas Incas do estado de Oaxaca, ou sobreviver na miragem ténue de um oásis no deserto Saarah, e de repente perdermo-nos numa gôndola em Veneza, atrás de uma máscara assexuada, que nos deixa incógnito, e nos permite chegar mais além...
Fiz um losangulo meio esquivo, mas nem a Terra é redonda, será que há algo perfeito?
Nada é mais complexo, k os estados dos nossos "eu", por mais que façamos por tentar racionalizar, é algo k nos foge, de uma forma esquiva, languida esvai-se, e fica a nossa frente a pairar... e a sorrir...
Naaaaaaaaaaa.. não tentes delimitar este teu lado mais teu sem regras, livre na verdadeira ascensão, que toca no absurdo, te permite vagueares sem licenças, viveres nesse frame sem som, o momento esboçado no teu pensamento.
Ele permite ires onde não vais, ultrapassares os limites inatingiveis, alimentar o k acreditas, viveres o passado e reinventares o futuro que tens...
Também erramos por esse nosso eu, mas temos que tirar a dúvida, que fica... que mina... que te que te aparece disforme, e te faz andar em circulos, e olhar no rodopio a espiral que te consome, e te embala num sentido ora ascendente ou descendente...
Tudo à volta é distorcido por esse rodopio em torno do eixo invisivel que te centrifuga, e te tenta separar do k n interessa, ou és TU que te keres separar?
Mas, não há adenina nem timina, guanina ou citosina que te possam depois restruturar numa recombinação e permitir que alguma mutação te regenere...
Cais desprovida de algo amortecedor, e vais concluir que....
Tás igual, as tuas deduções estavam correctas, o teu instinto, o acumular da tua percepção cada vez mais prespicaz ...
Estavas certa, mas acreditaste ehehehehe, mas assim podes dizer que és audaz, porque ainda acreditas quando tudo é preto, é porque alguém deixou um pano na câmara, e sentes o movimento há som há presença, nem que seja a tua, fizeste o filme, a dedução estava correcta, a dúvida esmorece, a certeza acontece, olhamos para o nosso eu que paira à nossa frente e sorri, e assentimos a cabeça, com o consentimento de que o processo está concluído, o sorriso diz que sim, é a outra base que faltava.
Erguemo-nos fitamo-nos, recombinamo-nos sem a mutação, cada vez mais nós, deixamos o pó para traz, o trilho vai-se apagando, não deixando vislumbrar o inicio da jornada.
Mas axo k ficou lá atrás nakele cume envolvido pelas sombras, onde raiou o sol, já é tarde, a sombra acompanha-me a cada gesto meu, a espiral levou-me para longe, mas eu chego onde quero, e a sorrir!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Paco :)

EHEHEH O paco!

Na fase do jornal, e com mtos flocos de nestummmmmmmmmmmmm!!!!

ehehehe :)

Sudosos Guxi e Sakana!

Paco :)

É verdade tenho um novo inquilino, que deixa a marca da sua presença, eheheh.

O Paco, um Golden Retriever, que anda pela fase do jornal, de esfarelar qualquer pedacinho de papel que lhe apareça, e surripa, lenços ou peúgas, dando um novo style, com uns furinhos engraçados ehehehehe.
Logo que chegou, afanou um bonequinho do Rodrigo, depois de uma dentada, o título de posse, estava deteminado, parece que se apercebe da fragilidade do Rodrigo de apenas 1 ano e afaga-o com o seu dorso, de uma forma carinhosa e ternurenta.

A minha experiência com animais tinha se reduzido a gatos e a alguns peixes de água quente, mas a sensibilidade destes cães, a forma como nos abordam a afeição às crianças, a ternura do seu olhar, não deixa ninguém indiferente.

Obrigado Paco

http://arcadenoe.sapo.pt/petsite.php?id=20039

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

2008 renovar esperanças,... do incerto pouco risonho!

É verdade cá estamos em 2008, 8 anos após o grande "Boom"!!!
As esperanças são renovadas, pela mudança do ultimo dístico do ano, 2007 prometeu tanto, e foi o pior que algum vez passei, assume sim essa vertente singular.
Por isso, tenho pouca crença em 2008, com alguns apupos abonatórios de alguns astrólogos, que se esquecem que não tenho planeta. lol
Pois é Plutão deixou de ser o meu planeta regente, daí essas conjecturas delineadas, caem no vazio do Universo. Onde andará o escorpião?
Enfim ... nem por aí posso pensar no que me espera.
Resta-me viver o presente, hoje se sair mal agasalhada, no futuro posso prever uma constipação, e serão sim destas conjecturas que posso fazer.
Votos posso ter muitos, e esses, fazem por segundos pensar que podem acontecer, e nesse caso, por mais racionalista que seja, a transposição para o mundo arquétipo, condicionado pelo nosso desejo mais profundo, deixa transparecer um sorriso enorme, logo apagado quando a chuva bate com intensidade no telhado e nos acorda.
Mas já a Pedra Filosofal nos diz o segredo de tudo o que nos motiva, o sonho comanda a vida, é lindo!!! Não é?
O mundo pula e avança,
como uma bola colorida
nas mãos de uma criança!!!!!
:)