segunda-feira, 28 de julho de 2008

Obrigada!


Tudo de supérfulo, ou não,... cabe nuns quantos paralelipípedos, e faz-nos viajar por 6 anos de existência.
Aparece coisas inimagináveis, o berloque, que tinha desaparecido, as cartas que escrevemos, os livros lidos, outros que espero devorar as musicas em .......
CD????? TXiiiiiiiiiiiiiiiiii Tracy Chapman , Oceano Pacifico, Madredeus, Mafalda veiga, e umas quantas k7 perdidas em anos de wakman, e uma bandolete de som!!!!
Agora se resumem a uns 40 gb de musica, diversa, que me faz divagar por diversos estados de espirito.
Junto às músicas vão os outros gigas de retalhos memoriais, para que possa ver com um sorriso sempre, o que ficou preso, num click fotográfico.
Compactado no disco externo, vai tudo, a descoberta, a adaptação, o conhecimento, e a evolução, que fizeram parte destes 6 anos ricos e me fazem sorrir.
Encontra-se de tudo na hora de empacotar tudo, aquele, laço pequenino bem guardado, um papel de rebuçado especial, que levarei e depositarei com igual carinho noutro espaço.
Reparo, num caderno, em que me tinha predisposto a lançar nas linhas paralelas, o que iria sentir, um projecto adiado, pois nunca me apercebi, que os dias me levavam para longe desse momento de falar com a Dear Kitty, tão amiga e confidente de muita gente, e por vezes único alento.
Também tive a minha Kitty, em tempos em que era mesmo uma confidencialidade fantasiada, até, que a violação de um cadeado deu por terminado tamanha ficção...
Olhando para este amontoado de tarifas, não sai a gota de cloreto de sódio, mas sim um sorriso, não vejo as cinzas que uma bafurada de vento tenha desmoronado 6 anos.
Eles vivem, não jazem prostrados num bater de peito contínuo de acto de contrição, ou da penitência pelo pecado cometido.
Pecado? Jamais, talvez por consciência, do que se cresceu amadureceu, do que efectivamente nasceu, e me completa.
Faria tudo novamente, a luta a incompreensão, mas é incrivel, como machuca esta atitude não dorida, mas sorridente, do que se viveu, e não a derrota e o arrepedimento, que alguns esperavam. Talvez por ter sido pensada durante meses? Por a maturidade ter sempre imperado? Ou por a iniciativa reveste-nos da couraça empedernida, de um tricerotopo?
Ou porque o cloreto de sódio está a fazer a sua concentração máxima, para que mais tarde me fira em sulcos vertiginosos as faces?
Acho que me posso me autodenominar sortuda, não passo pelo calvário, de desentendimentos, palavras duras , mágoas, gestos cobardes, psicologia brega, que deixa o turbilhão assente num rodopio forte de um furacão.
Não tens nomes associados, tens o teu nome próprio, com o cognome de Pai, e outro que quero manter, Amigo.
Demonstraste compreensão, mesmo sem a teres, perdes-te o chão, mas eu insistia que eu pulava com impulsão tão forte, que faria dor de cabeça a Arquimedes.
Vi a racionalidade, que na tua não se enquadrava, falei em realidade, para ti sem sustentação, vi a evolução mas a tua razão...
Mas estiveste sempre a altura, e acho que também cresces, pode ser que um dia seja convergente, torço por ti!


Obrigada Paulo!









1 comentário:

Xinha disse...

Amiga,
Quem perdeu muito foi o Paulo ....
Apesar de tudo .... ainda torço por vocês!! Existe algo que sempre vos unirá... um laço... o elo mais maravilhoso que alguém pode ter !!
Por ele... fiquem amigos! Sempre.

Sabes que estou sempre aqui ...e qualquer que seja a tua decisão... eu apoio !

E .... quando é que te posso ir ajudar a desempacotar ?!?!

P.s. - é linda a forma como escreves....


xi-coração