quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Horizontes e limites do EU ONÍRICO

O sol começa a raiar, e recorta nitidamente o traço da montanha que se ergue bem à nossa frente.
Podemos imaginar, desejar, refugiar, ficarmos estáticos presos num frame sem som, mas com um imenso universo...
Podemos voar, transcender, reinventar a nossa esfera, podemos estar nas cataratas do Niágara, ou nas ruínas Incas do estado de Oaxaca, ou sobreviver na miragem ténue de um oásis no deserto Saarah, e de repente perdermo-nos numa gôndola em Veneza, atrás de uma máscara assexuada, que nos deixa incógnito, e nos permite chegar mais além...
Fiz um losangulo meio esquivo, mas nem a Terra é redonda, será que há algo perfeito?
Nada é mais complexo, k os estados dos nossos "eu", por mais que façamos por tentar racionalizar, é algo k nos foge, de uma forma esquiva, languida esvai-se, e fica a nossa frente a pairar... e a sorrir...
Naaaaaaaaaaa.. não tentes delimitar este teu lado mais teu sem regras, livre na verdadeira ascensão, que toca no absurdo, te permite vagueares sem licenças, viveres nesse frame sem som, o momento esboçado no teu pensamento.
Ele permite ires onde não vais, ultrapassares os limites inatingiveis, alimentar o k acreditas, viveres o passado e reinventares o futuro que tens...
Também erramos por esse nosso eu, mas temos que tirar a dúvida, que fica... que mina... que te que te aparece disforme, e te faz andar em circulos, e olhar no rodopio a espiral que te consome, e te embala num sentido ora ascendente ou descendente...
Tudo à volta é distorcido por esse rodopio em torno do eixo invisivel que te centrifuga, e te tenta separar do k n interessa, ou és TU que te keres separar?
Mas, não há adenina nem timina, guanina ou citosina que te possam depois restruturar numa recombinação e permitir que alguma mutação te regenere...
Cais desprovida de algo amortecedor, e vais concluir que....
Tás igual, as tuas deduções estavam correctas, o teu instinto, o acumular da tua percepção cada vez mais prespicaz ...
Estavas certa, mas acreditaste ehehehehe, mas assim podes dizer que és audaz, porque ainda acreditas quando tudo é preto, é porque alguém deixou um pano na câmara, e sentes o movimento há som há presença, nem que seja a tua, fizeste o filme, a dedução estava correcta, a dúvida esmorece, a certeza acontece, olhamos para o nosso eu que paira à nossa frente e sorri, e assentimos a cabeça, com o consentimento de que o processo está concluído, o sorriso diz que sim, é a outra base que faltava.
Erguemo-nos fitamo-nos, recombinamo-nos sem a mutação, cada vez mais nós, deixamos o pó para traz, o trilho vai-se apagando, não deixando vislumbrar o inicio da jornada.
Mas axo k ficou lá atrás nakele cume envolvido pelas sombras, onde raiou o sol, já é tarde, a sombra acompanha-me a cada gesto meu, a espiral levou-me para longe, mas eu chego onde quero, e a sorrir!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Paco :)

EHEHEH O paco!

Na fase do jornal, e com mtos flocos de nestummmmmmmmmmmmm!!!!

ehehehe :)

Sudosos Guxi e Sakana!

Paco :)

É verdade tenho um novo inquilino, que deixa a marca da sua presença, eheheh.

O Paco, um Golden Retriever, que anda pela fase do jornal, de esfarelar qualquer pedacinho de papel que lhe apareça, e surripa, lenços ou peúgas, dando um novo style, com uns furinhos engraçados ehehehehe.
Logo que chegou, afanou um bonequinho do Rodrigo, depois de uma dentada, o título de posse, estava deteminado, parece que se apercebe da fragilidade do Rodrigo de apenas 1 ano e afaga-o com o seu dorso, de uma forma carinhosa e ternurenta.

A minha experiência com animais tinha se reduzido a gatos e a alguns peixes de água quente, mas a sensibilidade destes cães, a forma como nos abordam a afeição às crianças, a ternura do seu olhar, não deixa ninguém indiferente.

Obrigado Paco

http://arcadenoe.sapo.pt/petsite.php?id=20039