Não surge um título talvez, o título possa ser muito redutor, ou por outro lado demasiado expansivo.
Arranjar uns adjéctivos, que possam qualificar esta ou aquela revolta, desanimo, ou tremenda desilusão.
Situações que corroem, que nos deixam entrar no mundo dos carboxilicos, e desfragmentar em fanicos, o que parecia tão lindo,e que se almejou tanto tempo...
Mas o inevitável acontece, a ingenuidade permanece, e a verdade emerge.
As borboletas voam as onze à volta da luz, encadeadas, fascinadas pelo brilho, pelo calor, pelo deslumbre, pagam alto preço, por tamanha façanha, jazem no chão mortas, desprovidas do entusiasmo, e essencialmente de vida...
O burburinho deu lugar ao silêncio que emana daquele tapete irregular...
Apagou-se o filamento, o Homem da casa, depois do seu concílio ao Deus menor, faz a deita, e sossega o burburinho que envolta do filamento ainda permanece vivo, e encadeado, até que se apaga...
Daki a uns tempos nasce o sol, que vai aquecer, e iluminar aquele tapete, que irá ser varrido, e colocado na estrumeira do quintal.
O filamento permanece em descanço até ao anoitecer, onde irá iludir, e fazer sucumbir e nascer mais um tapete.
Quantas borboletas, já foram tapete? Quantas iram ao anoitecer desfalecer no auge da luz?
Continuo a chamuscar-me já resta pouco das asas, n sou tapete, mas fui chamuscada.
Vivo com a amplitude que me resta, do ângulo que restou, que ficou no limbo... que me permite voar, sem ser tapete nem ser a crisalda e voar até ao filamento que ainda me fascina, mas que me feriu.
Até que me canso, e me me deixo levar no abismo da lei gravitacional, sem impulso das asas, e me deixo levar, no rodopio descendente, vendo meio baço e difuso o filamento.
Amanheceu, resta-me a vassoura que me embala moribunda, o que dei , o que senti, o que acreditei, esfuma-se, afinal axo k nunca fui crisalda, mas acreditei ter sido, fui amiga, preocupada,
confiei, mas mas o que me restou foi a vassourada!
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1 comentário:
Um dia... a nossa frase ... usada em tempos !
Tempos esses que pertencem ao passado... passado esse que jaz sereno....
O sol quando nasce.. é para todas as borboletas! Para as que voaavam fascinadas e para as desmotivadas... Não vale a pena olhar para trás... vale sim, olhar em frente e construir um futuro solido ... longe... dos lobos maus !!! :)
Xi-coração
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