segunda-feira, 6 de dezembro de 2010


Hoje és Senhor, o teu sopro me fustiga
me envolve... e me deixa enlear...
O meu traço se perde, e longe de ti se abriga...
Os meus passos dispersos, me levam a cambalear...
Agora que regresso ao meu porto de abrigo,
e te ouço incessantemente a fustigar,
posso fazer troça de ti, pois no meu postigo,
por mais que tentes... não me podes tocar!
Bijalhufas e Chaurecks

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