segunda-feira, 3 de março de 2008

INRIVEL

Incrivel, sim!!! Quando estás àlerta, à procura de um indício, de algo que te faça ver que me mexo, que me sinto, poes online com um mensseger ligado feito propositado para esse fim, em appears offline, para sentires isso mesmo. Eu vi por milésimos a entrada, que deve estar num cantinho do ecran, a vigorar desde as 8:57 da manhã.
Ficas na especativa de uma palavra de um som longínquo de 150 kms de distância, tentas ver tudo k possa te dar um sentido do k penso, do k medito, do k idealizo, para saberes o caminho para que vou, para k venhas ao meu encontro na encruzilhada, com a tua calma, sabedoria me tentes a ver moinhos de vento, ke existe nesse lugar tão perto do céu.
Não poderei duvidar, k te toquei que algo ficou em ti, a atitude o gesto o facto é esse mesmo, mas te garanto que o mesmo acontece, a dúvida desaparece, e a certeza acontece!
Para ti k sei k estás aí, um bjo! :)

2 comentários:

Anónimo disse...

Obrigado porque tiveste na tua vida um lugar para a minha vida, quem sabe, renunciando a tantas coisas boas que poderias ter saboreado. Porque - mais do que isso - fizeste da tua vida um lugar para a minha. Porque não eras corajosa, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias poder vir a não ter retorno. Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim. Porque não só me aceitaste como era, como estarias disposta a aceitar-me fosse como fosse.
Assim podesses…

Anónimo disse...

Não somos como aqueles passaritos que se soltam na imensidão dos céus pouco tempo depois de terem visto a luz. Trazemos em nós uma semente que demora a germinar, que gasta nessa tarefa muitos anos de agitação e de silêncio. É assim, decerto, porque amamos. Temos, sem dúvida, uma alma: raciocinamos, temos sede de conhecer, somos capazes de amar e de escolher. Há muitos séculos que chamamos alma a esse não-sei-quê que faz parte de nós e nos permite viver num plano superior ao das coisas simplesmente materiais. É como se possuíssemos uma espécie de asas. Mas precisamos de mais do que isso. E damos por nós a perguntar "porquê?", ou a discutir ideias. E descobrimos que há qualquer coisa - não feita de células ou moléculas - que nos comove e nos atrai numa mulher, um simples gesto, um sorriso, um beijo. Há uma beleza e um bem que não são feitos apenas, de nada que se possa tocar. Que não estão nas coisas, embora as coisas nos levem a eles. Aquilo que é apenas material - acabamos sempre por o descobrir - sabe a pouco e não nos enche as medidas. Mas leva tempo a chegar aí. Leva tempo até percebermos, por exemplo, que existe uma paz que não é a paz das coisas, mas sim uma harmonia interior que resulta de um comportamento coerente. E que é esse o género de paz que nos interessa; que não nos basta aquela paz que é feita somente de ausência de vento ou de guerra. Temos de crescer. Temos de amar. Devemos amar... Esse é um caminho já de si longo. Ainda por cima, cometemos com frequência a burrice de termos medo de ganhar asas. De largar um pouco esses preconceitos - mais pequenos, mais baixos, mais... irracionais. É olhar e ver como muitas vezes nos afadigamos correndo atrás de desculpas. Mas sucede que as desculpas - usadas de um modo exagerado, como fazemos - nos atrasam. Perdemos tempo. Não vivamos obcecados com o que os outros pensam de nós. Nunca teremos acesso aos prazeres da alma. Passaremos ao lado do bem e da felicidade e do amor. Porque escolhemos um nível para a nossa vida - o mais cómodo - e escolher uma coisa é sacrificar as outras. Não é possível alcançar o topo da montanha e, simultaneamente, permanecer deitado à sombra lá em baixo. Portanto, apressemo-nos. Pois, como escreveu o poeta, ter é tardar...